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Revisão de textos – processos e subprocessos

Os passos da revisão são bem estabelecidos

Existe uma rotina de leituras e de checagens padronizada que são feitas a cada trabalho. Quando se trata de teses ou dissertações, essa rotina tem etapas próprias, mas o rigor é sempre o mesmo.

O termo revisão tem sido utilizado para descrever o objeto de grande número de processos, subprocessos e em estudos referentes à composição escrita. No entanto, materialmente, o objeto deste termo não permanece constante. Já temos nos referido ao infindável número de definições e conceitos aplicáveis às práticas da revisão de textos. Distintos métodos de pesquisa e diferentes rotinas de interferência textual têm refletido as diferentes definições de revisão e contribuem para sua formulação polissêmica. Quando a revisão era considerada como observável pela edição de um texto completo, a ênfase metodológica das investigações foi principalmente quantitativa em relação ao número de interferências efetuadas. Assim, a frequência de interferências e a quantidade ou tipo delas realmente efetuadas eram as típicas variáveis consideradas em relação à qualidade do texto escrito. Pesquisas guiadas por essa concepção de revisão produziram resultados anômalos.
As distorções apresentadas nas análises quantitativas partem de conceitos diferentes de revisão, passam por variações sociolinguísticas, incluem distintos parâmetros de limites das interferências e culminam em rotinas procedimentais as mais diversas. Em síntese, há muitas coisas diferentes sendo chamadas de revisão e não se pode aplicar uma mesma régua a todas elas para auferir dados quantitativos. Menos ainda se podem comparar resultados de tais aferições entre si, posto que tratam frequentemente de objetos distintos.
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Este artigo tem sequência em: Os subprocessos textuais de revisão
Felizmente, a ênfase atual da pesquisa sobre revisão não está mais limitada à quantidade de alterações impostas ao texto, não está restrita ao confronto de edição original versus final. As operações mentais referentes ao planejamento da obra, em oposição resultado final concreto, agora são reconhecidas como importantes facetas do processo de composição, trata-se das abordagens da psicolinguística. Com essa expansão do foco da pesquisa, o uso do termo revisão tornou-se ainda um pouco menos consistente. Alguns pesquisadores ainda retêm seu uso conservador, referindo-se a alterações feitas ao texto e empregam outros termos para reconhecer a ampliação do foco da pesquisa. Outros têm ampliado o sentido do termo revisão para incluir processos mentais da composição textos, a retórica, e.g., bem como admitem a edição aberta, a interação efetiva entre autor e revisor durante o planejamento e processos criativos, enfim, a intercessão entre autor e revisor. Claramente, pode-se inferir que há muito menos dificuldades metodológicas no contabilizar interferências baseadas na norma ficta (a gramática), em um produto acabado, que imiscuir-se no emaranhado de processos mentais da produção textual. Estamos dizendo que a expansão do universo da revisão de textos implicou em certo vácuo quanto aos estudos acadêmicos do que se faz nesse campo.
Em nossas práxis, o termo revisão é usado da maneira mais abrangente, inclusive preferimos falar de intercessão e de interferência, esse último, consonante a ideia de que faz pouco sentido tratar o processo de alteração das palavras sem perspectiva, como um processo genérico ou um termo guarda-chuva. Revisão, para nós, inclui referência ao processo e ao produto. De tal sorte, temos sentido mais propriedade em denominar processos de revisão como intercessão (quando a visão do revisor se antecipa à produção do texto e a acompanha a cada etapa), ou intervenção (quando a as propostas do revisor são sobre o texto tido como concluído).
O alargamento da concepção de revisão para incluir intercessão na atividade criativa tem sido acompanhado por uma expansão da gama de métodos de pesquisa utilizados para investigá-la. A expansão tem invocado não apenas adições às técnicas para analisar os aspectos do processo de revisão em si, mas também a introdução de estudos das diferenças individuais. Embora o último método não tenha ainda sido aplicado à revisão – até onde acompanhamos, alguns estudos introduziram a ideia de diferenças individuais em habilidades cognitivas gerais que, razoavelmente, podem estar envolvidas na explicação do diferencial de eficiência na produção escrita.

Métodos para analisar o processo de revisão

Técnicas etnográficas, como observação participante, têm sido utilizadas na tentativa de subsumir a gama de processos ostensivos e latebrosos envolvidos na revisão. Embora os dados detalhados gerados pelo emprego desses tipos de técnica tenham servido como base para as descrições do desenvolvimento de padrões de revisão em estudos recentes, a técnica em si não é sem problemas. A observação pura, na ausência de enquadramento teórico explícito e amadurecido que a guie, não possui poder explicativo e preditivo. A observação participante detalhada inclui dificuldade na geração de amostra de tamanho adequado da qual generalizações possam ser feitas.
Métodos de rastreamento de processo entre os coautores conduziram a descrições de escrita e revisão, além de descrições do desenvolvimento dos produtos textuais. Esses métodos incluem protocolos de pensar em voz alta (com alguma artificialidade intrínseca), questionários de entrevistas, autoavaliações gravadas em áudio e vídeo, estudos dos aspectos temporais da escrita. No entanto, essas técnicas também são problemáticas, pois os processos mnemônicos subjacentes de composição escrita, bem como outros processos cognitivos superiores, não são diretamente disponíveis para a observação e coleta de dados. O material disponível na memória de curto prazo, geralmente, não inclui informações sobre o processamento do processo criativo, ainda que as etapas todas se possam cartografar. Como resultado, pensar em voz alta pode introduzir distorções, transformando a escrita em um híbrido de falar e escrever. Os relatórios retrospectivos, mesmo quando subsidiados por vídeo e texto, podem encorajar a invenção das respostas se estruturas construídas especificamente para resolver um problema tenham sido processadas abaixo do nível de consciência ou foram esquecidas.
Outra classe de técnica investigativa enfoca o produto escrito. Alguns pesquisadores recentes, usando esse método, têm rebatido as críticas de que suposições sobre o processo de revisão não podem ser feitas pela quantificação detalhada e analítica das intervenções no produto escrito. Eles têm elaborado construções teóricas para vincular o processo ao produto de forma explicativa. Fazendo pesquisa com recursos da análise do discurso como estrutura teórica, esses pesquisadores tentam explicar e prever os aspectos observados no produto. Produziram ou manipularam processos cognitivos vinculados para compor arcabouço conceitual ou estruturas de texto. Chegaram, no máximo, a uma taxonomia que poderia ser responsável por revisões relacionadas à estrutura semântica do texto. Fizeram a análise da estrutura de tópicos na tentativa de especificar as pistas textuais que podem demandar revisão e os efeitos das interferências.
No amplo âmbito da pesquisa sobre o produto escrito, um método recente introduzido na investigação de revisão é o método de identificação de erro, e está ligado mais à interferência em textos próprios (reescrita ou “autorrevisão”) que à interferência em textos alternos (revisão em sentido próprio). Ele envolve a determinação da capacidade dos escritores para detectar e resolver problemas em seu próprio texto escrito ou em textos especialmente concebidos por investigadores. O método tem uma vantagem potencial em termos de controle de entrada; o pesquisador pode manipular as características do texto. Mas o uso do método de identificação de erro não está suficientemente apoiado em estrutura teórica. Os autores recebem perguntas abertas sobre problemas no texto, ao invés de questões quantificáveis orientadas por teorias de base. As respostas a essas perguntas abertas se mostraram intratáveis do ponto de vista da sua classificação e, assim, não conseguiram dar origem a um padrão de dados capaz de elucidar o que os escritores são capazes de fazer no que diz respeito ao processo de reescrita do texto.
Até aqui, discutimos alguns aspectos metodológicos das investigações correntes sobre revisão de textos de que temos feito uso para determinar os processos pelos quais procedemos a revisão e para avaliarmos os resultados dela. Parece-nos adequado o método de interferência pela identificação de sua necessidade a partir de uma “mineração linguística” de diversos aspectos do processo de revisão, perpassando vários conceitos e acepções da atividade, quase uma “revisão holística”, mas introduzindo tanto a extensão de procedimentos da dilatação do conceito quanto refinamentos de estudos usando o paradigma tradicional. Nosso estalão tem sido empregado com quadros teóricos que especificam (i) os processos e subprocessos relevantes da revisão e, (ii) os critérios para a comunicação escrita eficaz que, quando violados, constituem problemas que requerem interferência.

Processos e subprocessos de interferência

O processo de revisão inclui a avaliação do texto em diversos graus e ângulos; a interferência requer que o revisor detecte um problema, possa diagnosticá-lo e selecionar uma estratégia antes interferir. Em outras palavras, revisão envolve executar decisões com base em atos anteriores de avaliação e diagnóstico. Apesar da confusão causada por diferenças conceituais, há relativo consenso quanto os tipos de subprocessos envolvido na revisão, aparentemente tendo evoluído a partir do modelo psicolinguístico de Hayes e Flower.
Esses autores não tentaram especificar fatores que podem explicar o diferencial de eficiência na execução de seus subprocessos postulados, mas apenas sugerir que cada intercessor está envolvido no processo revisão do texto ou dá pretexto a interferências. Por esta razão, o modelo de Hayes e Flower constitui apenas um protomodelo, pelo qual eles constroem uma heurística de patamares conceituais cuja função não é tanto para explicar, como para fornecer uma estrutura a ser ampliada ou alterada por futuras pesquisas e práxis. O protomodelo mencionado acima foi usado na construção de nosso modelo teórico – e de incontáveis outros, como base cognitiva dos processos e subprocessos que implementamos. Em cada revisão, implementamos os processos e subprocessos de revisão decorrentes do reconhecimento da natureza dos déficits comunicacionais, usando uma variante do paradigma da identificação de erro e com um quadro teórico que especifica os critérios cuja violação constitui erros significativos a serem identificados na tarefa de avaliação, reconhecimento ou remediação.
Há critérios cuja violação constitui problema no texto escrito, são três aspectos gerais da escrita que devem ser acatados para a comunicação eficiente pelo texto. São aspectos em termos convencionais, intencionais e mistos. Temos que ter os três em mente como base para derivar critérios de escrita eficaz ou de revisão eficiente.
O aspecto convencional refere-se às regras aceites do sistema de escrita. As mais destacáveis entre estas regras são as relativos à ortografia e pontuação. A aderência a tais convenções é essencial para a comunicação escrita eficaz.
O aspecto intencional da escrita envolve os objetivos dos escritores, que podem ser de dois tipos. Primeiro, os escritores têm pensamentos, conhecimento e ideias sobre um tópico em si que desejem explorar, registrar e transmitir (conteúdos objetivos e comunicacionais). Além disso, escritores desejam, muitas vezes, expressar os pensamentos e ideias de forma que produza intencionalmente determinado efeito obre o leitor (conteúdos subjetivos e intersubjetivos) – ou, em sentido contrário, pretendem transmitir os pensamentos e dados da forma mais isenta de subjetividade possível. A categoria mista, como seu nome sugere, inclui as facetas que envolvem ambas as convenções geralmente aceites de comunicação objetiva e subjetiva, segundo a escrita e as intenções do escritor individual. Instâncias dessa categoria incluem a organização de material para formar uma sequência compreensível (argumentação retórica), aderência ou subversão às regras gramaticais, escolhas léxicas para o significado pretendido.
A classificação de aspectos referentes à memória de trabalho (ou subprocessos) da escrita pode ser vista segundo critérios inerentes à produção de texto escrito, quais sejam:
  1. adesão ao prescrito pela norma objetiva, ou respectiva interferência mecânica para ajustes em relação a ortografia e pontuação;
  2. adoção de um gênero e tom apropriados ao tema e ao público-alvo, adoção de postura retórica adequada (categoria intencional);
  3. a) estruturação lógica de informação, b) observância das considerações sintáticas e, c) escolha de palavras apropriadas para significado pretendido – considerações semânticas e semiológicas (categoria mista).

Novo paradigma do processo de revisão

Estamos tratando de um novo quadro para examinar o processo de revisão e estabelecendo que extraímos deste quadro nossos paradigmas de intercessão e de interferência. Trata-se de uma abordagem que já chamamos de “holística”, mas é uma variação da abordagem de Hayes e Flower combinada às proposições de Nold que – de certa forma – constituem a base das postulações que alinhamos acima.

Aspectos concernentes à retórica textual

O aspecto retórico de escrita engloba diferentes escolhas e decisões tomadas pelo escritor que, por sua vez, são determinadas pelo objetivo da comunicação escrita e pelo público-alvo. Todo texto escrito pode informar, persuadir ou servir como veículo para manipulação de linguagem por si só. As escolhas dos escritores também são influenciadas pela relação dele com tema e seu público. Essas relações incluem os objetivos dos escritores com seus textos, a forma pela qual eles querem afetar leitor e como eles querem projetar-se em determinada mídia ou em subgrupos sociais.
A proposta retórica é geralmente concebida, muitas vezes subconscientemente e, pelo menos, momentaneamente, antes de os escritores começarem a compor o texto. Bons escritores têm em mente a imagem da audiência ou destinação de seu produto, criando uma imagem complexa do leitor que orienta o planejamento, gerando a redação e direcionando a revisão. Escritores experientes regem suas escolhas tanto a cada tópico quanto tendo em foco o conjunto da obra e o público, enquanto outros menos amadurecidos geram mais ideias em resposta ao tópico, sem focar a complexidade textual e comunicacional. Objetivos pessoais dos escritores podem passar por definir um problema pode ser inclusivo e exploratória ou mais panorâmico e descritivo; mais ou menos sensível ao público ou preso ao tema; com base na retórica esclarecido ou centrou-se na produção de prosa correta. A medida da eficiência do autor pode passar pela consciência que ele tenha desses processos ou pode se ater à eficácia do texto produzido em relação aos objetivos subsumidos inconscientemente.
Elementos importantes na retórica textual que precisam ser elaborados para assegurar a comunicação eficaz incluem (i) a intenção de comunicação, incluindo os objetivos do escritor em relação à mensagem, ao público e à imagem projetada do escritor e (ii) determinação de conhecimento do público, valores e seus preconceitos sobre o tema e escritor.

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